Segundo reportagem da IQNA, citando o Centro de Informação da Palestina, essa notícia foi divulgada pelo Canal 12 do regime sionista, que informou que a decisão de demitir esses dois funcionários de inteligência decorre da visão e da convicção do novo chefe do Mossad de que "os idealizadores do plano de derrubada do governo do Irã devem assumir a responsabilidade pelas consequências de seu fracasso".
Gadi Eisenkot, ex-chefe do Estado-Maior das Forças Armadas do regime ocupante de Al-Quds, também descreveu, nesta semana, a guerra contra o Irã como sem propósito, e a mudança do regime iraniano como algo inalcançável.
Os veículos de mídia do regime sionista já haviam revelado anteriormente novos detalhes sobre um plano confidencial e malsucedido, com o codinome "Gato de Botas", que, segundo se dizia, o serviço de espionagem israelense (Mossad) havia elaborado no início deste ano com o objetivo de derrubar o governo do Irã.
O Canal 13 da televisão israelense havia informado que o eixo desse plano era formado por ataques militares de Israel contra posições do Corpo da Guarda Revolucionária Islâmica na fronteira entre Irã e Iraque, na região do Curdistão iraniano. O objetivo desses ataques teria sido abrir caminho para a entrada de forças armadas curdas em território iraniano e seu avanço em direção às cidades de maioria curda no noroeste do país.
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